8 de Março

Dia Internacional da Mulher























O Dia Internacional da Mulher foi criado em homenagem a 129 operárias que morreram queimadas numa ação da polícia para conter uma manifestação numa fábrica de tecidos. Essas mulheres estavam pedindo a diminuição da jornada de trabalho de 14 para 10 horas por dia e o direito à licença-maternidade. Isso aconteceu em 8 de março de 1857, em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

É longo o caminho das mulheres em busca de respeito à sua dignidade pessoal, social e profissional. Longo, mesmo. E, isto, vocês podem perceber clicando em "As mulheres fazem a história".

Quando pensamos que, no fim do século dezenove, na Inglaterra, mulheres sozinhas, sem marido, eram consideradas um problema social, levamos um susto. Parece mentira, não? Mas não é.

Vista como um ser esquisito, o tal probleminha social, na verdade, não passava de uma preocupação política com o mercado de trabalho. O censo inglês da época contava muito mais mulheres solteiras do que homens, ocasionando um alarme entre os detentores do poder econômico.

Chegou-se a cogitar a emigração de mulheres para as colônias - onde sobrava homem -, para que elas pudessem exercer a sua função de fêmea, que seria, segundo concepção em voga, apenas o de completar e embelezar a vida do homem e não em se preocupar com carreira ou em ganhar seu sustento.

As feministas, por sua vez, tinham uma visão bem mais prática sobre a questão. Para elas, o excedente de mulheres disputando vagas no mercado de trabalho deveria ajudar a sociedade a refletir sobre as políticas sociais que lhes fechavam a porta para o ensino superior, para o voto e para as oportunidades profissionais e de desenvolvimento do seu potencial humano.

Veja também: As mulheres no poder ao redor do Mundo (Novo! Mapa interativo em Flash)

Começar de Novo





















Todos os anos, depois das férias de Verão, a vida dá-nos esta oportunidade de começar de novo.
Nós, os adultos e os jovens, revemos as nossas ferramentas de trabalho e, embora pastas e mochilas possam ser os mesmos, pomos em ordem, tiramos o que já não serve. Selecionamos novas coisas que nos podem acompanhar durante o novo período e recondicionamos outras que já temos, simplesmente porque queremos que continuem conosco.
Mas há uma mochila, a mochila da alma- essa que arrastamos com o coração- onde guardamos muitas experiências: recordações, alegrias e tristezas, triunfos e fracassos, orgulhos e vergonhas.
Esta mochila é a que tenho de preparar com mais cuidado para que o meu novo ano- não só na escola- seja o que eu desejo e mereço. Porque cada um de nós merece novas oportunidades para se sentir feliz e pleno com o trabalho e o estudo, mas, também, com o tempo de ócio, com familiares e amigos.
Um novo ano letivo é um enorme ponto de interrogação, um desafio, uma inquietude,uma emoção que está aí à disposição para que avancemos e nos superemos. Todos deveríamos rever o que trazemos de novo para partilhar, o que queríamos deixar de lado, e o que necessitaríamos de melhorar.
E se começarmos por rever as nossas mochilas? Vamos, preparemos juntos este novo princípio!

Fonte: Ser Mais

A felicidade pode demorar

















Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente, e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino. Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver, até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol, a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor, apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez.
E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu.(dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento, manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco.
Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não esteja apenas de passagem...

Luiz Fernando Veríssimo

Fonte: Sala de Aula

Encerramento e Despedida

















É com muita alegria que encerramos este ano letivo, alegria de dever cumprido, alegria de ter conhecido pessoas tão especiais como as que conheci este ano.
Quero registrar aqui a minha gratidão a Deus e aos queridos alunos de todos os anos por trilharem comigo este caminho de auto conhcecimento, de luta e de muitas conquistas, nós somos vencedores e continuaremos vencedores na vida.
Que Deus abençoe a cada um e que Ele permita que nos encontremos sempre.
Um grande e fraterno abraço do Amigo e Professor Felipe.





Quero também prestar uma homenagem neste blog ao nosso Diretor que esta se despedindo este ano, Ele que foi também meu diretor quando estudava na Escola Rosa Gomes, foi meu tecnico e treinador no time de basquete.
Que Deus o abencoe e que ele possa florescer e dar muitos frutos assim como foram estes dezoito anos aqui em Santa Branca.
Parabens!!!
Se a saudade apertar saiba que estaremos juntos na mesma causa, sonhando com um mundo melhor.

Aprendendo com as diferenças





















Quando as palavras ferem

Do "The Roanokes Times"


John Franklin Stephens, atleta das Olimpíadas Especiais, de 26 anos, que tem Síndrome de Down, escreve que curte a sua vida e seu trabalho e explica porque ele fica magoado como termo "retardado".
Stephens conta que passou vários dias contando a seu pai sobre o que ele queria falar, e que eles trabalharam sobre o assunto até que o artigo dissesse exatamente o que John queria dizer.
O que há de errado com a palavra "retardado"?
Só posso dizer o que isso significa para mim e para pessoas como eu quando ouvimos essa palavra. Ela significa que vocês estão nos excluindo de seu grupo. Que nós somos algo que não é igual a vocês e algo que nenhum de vocês jamais gostaria de ser. Que nós somos algo de fora do grupo que está "por dentro". Que somos alguém de um tipo diferente do seu.
Quero que saibam que me magoa ser deixado de fora – sozinho. Nada me assusta tanto como me sentir completamente só em um mundo que se move tão mais rapidamente que eu. Você não tem a intenção de me fazer sentir assim. Na verdade, como digo em algumas das minhas palestras, "Sempre dependi da bondade de estranhos", e isso funciona bem na maior parte do tempo.
Ainda assim, me magoa e me assusta quando sou a única pessoa com deficiência intelectual no ônibus e jovens começam a fazer piadas e referências a "retardado". Imagine-se, por favor, nesse ônibus e encha o ônibus com pessoas diferentes de você. Imagine que eles comecem a fazer piadas usando o termo que lhe descreve. Isso magoa e é assustador.
Finalmente, eu entendo a piada – a ironia – que somente pessoas "bobas" e "superficiais" estão usando um termo que significa "bobo" e "superficial". O problema é que só é engraçado se você pensa que um "retardado" é alguém "bobo" e "superficial". Eu não sou nenhuma nem outra coisa, mas toda vez que o termo é usado, a mensagem para os jovens é que tudo bem pensar que eu sou assim e tudo bem me manter fora do grupo. É por isso que usar a palavra "retardado" é um grande problema para pessoas como eu.

Fonte: Planeta Educação
Por Marta Gil Socióloga, atua como Consultora na Área da Informação e Comunicação sobre Deficiência; Diretora do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas. Contato: martaalmeidagil@gmail.com

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