Figuras Exemplares de Cuidado III

"O amor é a força mais abstrata, e também a mais potente, que há no mundo."

Mahatma Gandhi


Durante a infância e adolescência foi educado na Índia. Quando adulto foi estudar em Londres (Inglaterra), onde cursou direito, formando-se advogado. Ao retornar para a terra natal, tornou-se membro do Supremo Tribunal de Bombaim.
Em 1893 mudou-se para a África do Sul para trabalhar como advogado. Atuou em defesa da minoria hindu que vivia neste país africano, lutando pelos direitos iguais.
Em 1914 retornou para a Índia, onde começou uma campanha pela paz entre hindus e muçulmanos, que viviam em conflito.
Atuou também contra o domínio britânico na Índia. Gandhi defendia a criação de um estado autônomo na Índia. Em função destas posições foi preso várias vezes pelos britânicos.
Gandhi era contra a violência, defendendo as formas pacíficas de protesto como, por exemplo, greves, passeatas, retiros espirituais e jejuns.
Foi uma das principais figuras no processo de independência da Índia. Obteve bons resultados na pacificação entre muçulmanos e hindus. Porém, em 1948, foi assassinado em Nova Délhi por um extremista hindu. Passou a ser chamado de Mahatma (em sânscrito “grande alma”) Gandhi.


Bem agora vamos fazer uma pesquisa no Google procurando mais detalhes e curiosidades sobre a vida de Gandhi.

www.google.com

Ensinando a Viver / Martian Child


Aluguei este filme duas vezes e por incrivel que pareça acabei não assistindo, somente quando minha noiva alugou o filme para ela ver foi que acabei vendo.
O filme é baseado numa história real e gosto muito de filmes assim, eles de certa forma acabam humanizando-nos e leva-nos a uma transformação interior.
Quando somos sensibilizados aumentamos o poder de criação. É justamente neste poder de criação que quero chegar, quero leva-lo a refletir sobre sua vida, seu trabalho, seu estudo, o tempo que você tem gasto e com que tem gasto este tempo?
Apesar do tempo, deixe-se ensinar, seja um educando, seja um aprendiz e assim será grande!
Prof. Felipe Souza















Ensinando a viver conta a história de um famoso escritor de Ficção Científica que estava a busca de uma adoção quando ficou viúvo de sua jovem esposa. Após 2 anos de sua perda, o serviço social entra em contato para informar a possibilidade de uma adoção.
Mesmo prestes a ser um ‘pai solteiro’ ele descide adotar este garoto ‘problemático’ que acredita verdadeiramente ter vindo de Marte. Repleto de esquisitices, mas estremamente inteligente não resta outra opção a não ser mergulhar nesse mundo onde seu filho vive e aceita-lo do jeito que ele é.

A História Real

Ensinando a viver é um roteiro adaptado do livro “Martian Child”, do escritor de Ficção Científica, David Gerrold. O livro é um relato real da história que se passou entre o autor e seu filho adotivo.
David Gerrold é um famoso escritor de ficção científica que em 1966 apresentou um roteiro à produção da série de TV Star Trek. Eles gostaram tanto de suas histórias que o contrataram para escrever muitas outras. Seu primeiro roteiro foi “The Trouble with Tribbles” que se tornou o episódio mais famoso da série.
Quando David adotou seu filho ele se viu diante de uma criança diferente das outras, que não apenas falava sobre histórias do espaço, quanto acreditava ter vindo de Marte. Nessa vivência David escreveu o livro Martian Child em homenagem ao seu filho e que se tornou um bestseller, além de receber diversos prêmios de literatura.

Não deixe de assitir.

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Em busca da liberdade que não temos II















Para Refletir

1- O que é liberdade? Que tal buscar o conceito a partir de áreas do conhecimento tão diferentes quanto a filosofia, a história, a política, a religião, o direito ou as ciências sociais? Como as pessoas entenderam o conceito de liberdade ao longo da história? De que forma a literatura registra, em seus expoentes (como a mencionada escritora brasileira Cecília Meireles), a idéia desse vocábulo que encerra em si tantos sonhos dos seres humanos? Liberdade é compreendida da mesma forma no Ocidente e no Oriente, no Hemisfério Sul e no Norte? Sendo tão essencial a todos e a cada um, entender o que é liberdade torna-se um exercício de fundamental importância, não acham?

2- Destacados escritores norte-americanos - Jack Kerouac, Jack London e Henry David Thoreau – são desconhecidos da maioria dos brasileiros. Suas obras – ricas, vastas, geniais, incompreendidas e, em alguns casos, até mesmo consideradas malditas - compelem os leitores a emancipar-se, a sorver o universo (cada uma de suas gotas, de suas partículas), desafiam de forma constante o ser humano a uma constante e necessária revisão, reconstrução e análise. Não preciso dizer mais nada, não é? Que tal colocar esses autores na lista de livros a serem lidos em sua escola?

3- A natureza, soberba e embevecedora, a todo o momento nos brinda com algum espetáculo maravilhoso. E o que fazemos? Ignoramos. Fechamos nossos olhos. Passamos ao largo. Reagimos com pouco caso. E, se não bastasse isso, cerceamos seus espaços, limitamos suas maravilhas. Sensibilizar crianças, adolescentes e jovens quanto à natureza é tarefa básica e elementar da educação. Projetos interdisciplinares que prevejam e estimulem visitas a parques nacionais e áreas silvestres – com o intuito de reconhecer, identificar, mapear e criar um espírito preservacionista são essenciais práticas para toda e qualquer escola. Chega de discurso, é hora da prática!

4- O protagonista do filme “Na Natureza Selvagem”, Chris McCandless (Emile Hirsch), em sua jornada pelos Estados Unidos, passa por diversas localidades e paisagens naturais. Exercício bastante interessante seria mapear seu rumo e fazer um levantamento dos ecossistemas e paisagens com os quais ele teve contato.

5- A sociedade e suas “aparências”, ou seja, as pessoas agindo para vender imagens política e socialmente corretas, como é o caso da família de Chris McCandless no filme “Na Natureza Selvagem” é tema forte e relevante da referida produção. Será que algum dia poderemos realmente falar o que pensamos, sem usar as máscaras que muitas vezes ocultam nossos reais pensamentos? Quando emergirá a verdade, a sinceridade, a honestidade em nossas práticas e relações sociais? Será que tudo ao nosso redor é mascarado e encerra – atrás de encenações – leituras muito diferentes daquilo que realmente ouvimos e vemos? Exercício bastante interessante para a compreensão dessa premissa é a análise do comportamento de pessoas públicas, como políticos, artistas, empresários, atletas ou músicos...


Fonte: www.planetaeducacao.com.br

Reflexão criada por: João Luís de Almeida Machado Editor do Portal Planeta Educação; Doutorando em Educação pela PUC-SP; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP); Professor Universitário e Pesquisador; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte – Aprendendo com o Cinema" (Editora Intersubjetiva).

Em busca da liberdade que não temos...

Na Natureza Selvagem






















Somos cativos e nem ao menos nos damos conta disso. Vivemos atados a compromissos das mais variadas naturezas que nos fazem ir e vir (teoricamente livres) de um lado para o outro a todo o momento. Podemos abdicar de tudo isso a qualquer momento, mas quem, em sã consciência, abre mão dos laços que os unem à família, trabalho, escola, compromissos financeiros, religião, política?
Liberdade, de acordo com o poema clássico de Cecília Meirelles, é uma palavra que “o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda”. Até mesmo por isso, a saga do personagem Chris McCandless (Emile Hirsch), apresentada no filme “Na Natureza Selvagem”, do diretor Sean Penn, acaba por nos provocar sentimentos contraditórios e gerar posicionamentos dúbios quanto ao filme e a história de vida do protagonista.
Baseado em fatos reais, “Na Natureza Selvagem” mostra um jovem que resolveu desafiar a lógica estabelecida para sua vida e a de tantos outros promissores rapazes e moças que completam seu curso universitário.
Ao invés de se lançar no mercado e buscar avidamente o tão sonhado emprego numa empresa que lhe garantisse bons proventos e uma vida material para lá de confortável, McCandless – o melhor aluno de sua turma – resolve partir numa longa e imprevisível jornada, com destino conhecido (o Alasca), sem dinheiro no bolso, cortando contatos e relações com o mundo previamente conhecido por ele (inclusive com os familiares) e esperando para ver o que iria lhe acontecer durante o trajeto...
Chris McCandless adota o princípio de seus escritores de cabeceira – Jack Kerouac, Jack London e Henry David Thoreau – e passa a viver um dia de cada vez. Cada emoção – boa ou má – a ser descoberta a partir do nascer do sol, sem qualquer idéia previamente concebida a orientar os passos, as palavras, os olhares, as idéias...
O jovem resgata a tônica da contracultura, do modo de vida Hippie (sem que, com isso, se torne um hippie) – despojado, desvinculado do materialismo, disposto a encontrar-se no mundo, crendo mais no ser do que no ter ou possuir.
Há, evidentemente, outros fatores na história de vida do jovem que o compelem a assumir essa postura libertária radical. São aspectos relacionados à vida em família e ao modo como temos que a todo o momento “aparentar” normalidade, felicidade, cidadania, valores éticos e comportamento exemplar.
A farsa com a qual convive em sua casa – percebida na relação entre seu pai e sua mãe – o mobilizam a essa aventura, a uma autêntica fuga. Os estereótipos sociais o cansaram, esgotaram suas energias. O falsete da normalidade o afastou do sonho de vida padrão, do norte-americano médio - que é o mesmo de praticamente todos aqueles que vivem sob a égide da economia de mercado – e o compeliram a buscar o infinito, a liberdade, ou ainda Deus, na natureza, naquilo que é puro, simples, singelo, constante...
“Na Natureza Selvagem” é um libelo. Filme baseado em fatos reais que não tem medo de ser e se mostrar panfletário, que não quer se esconder sob falsas aparências, bem no espírito do protagonista...














O Filme

“Na Natureza Selvagem” intriga e inebria os espectadores. Desafia a lógica e a sensatez com a história real de um jovem que resolve abandonar tudo e viver como os personagens dos livros de Thoreau, Kerouac e London, que leu durante a sua formação universitária.

A vida marginal, com o pé na estrada, perambulando de um canto a outro do país, sem dinheiro no bolso, dá ao jovem Chris a sensação de liberdade por ele tanto desejada. Despojar-se dos luxos, dormir a céu aberto, alimentar-se do que a natureza lhe oferece, conhecer as pessoas sem que esses relacionamentos sejam direcionados por qualquer interesse específico (como dinheiro, família, emprego…) e explorar o mundo natural eram seus sonhos.

Emile Hirsch (que protagonizou Speed Racer, versão cinematográfica do desenho japonês dirigida pelos irmãos Andy e Larry Wachowsky, da trilogia Matrix) está impecável e mereceria prêmios por sua memorável interpretação como Alexander Supertramp, o codinome do jovem Christopher McCandless.

O elenco de apoio, com Marcia Gay Harden, William Hurt e o veterano Hal Holbrook em comovente atuação (entre outros) é também fator de brilho dessa discreta e soberba produção e direção do talentosíssimo Sean Penn. Um filme para incomodar e provocar a todos! Obrigatório!

Fonte: http://www.planetaeducacao.com.br

Comunidade no Orkut














Ola pessoal criei uma comunidade do nosso blog no orkut, quem quiser entrar o link é:

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=51513510

Figuras Exemplares de Cuidado II

Gentileza gera gentileza

















Ola pessoal
Hoje vamos conhecer o Profeta Gentileza, no final dos anos oitenta e início dos noventa marcaram a consagração da obra de Gentileza. Seus escritos, ali colocados, criavam percepções e perguntas: quem os teria feito e porque? Outra parte da população que transitava diariamente pelo Caju, acostumou-se a ver Gentileza trabalhando sozinho, diariamente, sobre uma escada apoiada à pilastra.

Gentileza estabeleceu um vínculo afetivo com toda aquela região entre o Caju e a Rodoviária. Estes laços estenderam-se também às pessoas que lhe acenavam e o reconheciam como um símbolo de abnegação e generosidade.

Concluída a obra, o alcance da sua inscrição territorial sobre a cidade torna-se impressionante. Como slides diurnos, seus escritos passam a constituir a maior manifestação de arte mural pública de caráter espontâneo no Rio de Janeiro. Sua nova atitude - de escriba da cidade - reaviva sua figura lendária e mitológica.

Os escritos do Caju representam a obstinação e o desejo de um Profeta em fazer perenizar o seu verbo. A solução por ele encontrada mostra a agudez de seu senso estético. Pilastras de sustentação de um viaduto, lhe aparecem como tábuas de ensinamentos na cidade.

Esta apropriação da paisagem, levada a diante nos seus escritos, marca, profundamente, uma mudança na apreensão da imagem daquele local. A partir da sua intervenção, seu Livro Urbano torna-se a própria referência daquele território da cidade.

Vamos fazer uma pesquisa sobre o Profeta Gentileza.
Você poderá acessar sites de busca como o Google ou sites de video como o Youtube para pesquisar sobre a vida e o pensamento deste grande exemplo.

Confira também no site da semana o link para o site Rio com Gentileza.

Dicas para trabalhar filmes em sala de aula












Neste link estão algumas dicas de como trabalhar filmes em sala de aula
Para cessar clique aqui: Sala Video


Fonte: Planeta Educação

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