Imagens do nosso dia de trabalho 27/03/2008

















A alegria de estarmos juntos...




















Nos faz muito bem...






















Poder ver o transcendente na natureza...
















Levantando nossa bandeira...

















Reconhecendo que juntos somos mais...

O Transcendente em minha vida
















Desenvolva o tema "O Transcendente em minha vida" através de acrósticos, poesias, imagens e testemunhos.

Nossos trabalhos serão enviados para o jornal Pedagógico O transcendente.

História da Páscoa




















Origens do termo, Páscoa entre os judeus e cristãos, a história do coelhinho da páscoa e os ovos de chocolate, significados, importância, formas de comemoração e celebrações, rituais e símbolos.

As origens do termo


A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.


Entre as civilizações antigas


Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.


A Páscoa Judaica

Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.

Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.


A Páscoa entre os cristãos


Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).

Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.



A História do coelhinho da Páscoa e os ovos


A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.

Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.

A consciência de sua missão




A consciência de sua missão
Roberto Shinyashiki


Freqüentemente, eu me pergunto: "O que cada um de nós está fazendo neste planeta?" Se a vida for somente tentar aproveitar o máximo possível, as horas e os minutos, esse filme é bobo. Tenho certeza de que existe um sentido melhor em tudo o que vivemos.
Para mim, nossa vinda ao planeta Terra tem, basicamente, dois motivos: evoluir espiritualmente e aprender a amar melhor. Todos os nossos bens, na verdade, não são nossos. Somos apenas as nossas almas. E devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá para nos aprimorarmos como pessoas.
Portanto, lembre-se sempre que os seus fracassos são sempre os melhores professores e que é nos momentos difíceis que as pessoas precisam encontrar uma razão maior para continuar em frente. As nossas ações, especialmente quando temos de nos superar, fazem de nós pessoas melhores. A nossa capacidade de resistir às tentações, aos desânimos, para continuar o caminho, é que nos torna pessoas especiais.
Ninguém veio a essa vida com a missão de juntar dinheiro e comer do bom e do melhor. Ganhar dinheiro e alimentar-se bem fazem parte da vida, mas, não podem ser a razão de viver. Tenho certeza de que pessoas como Martin Luther King, Mahatma Ghandi, Nelson Mandela, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Betinho e tantas outras anônimas, que lutaram e lutam para melhorar a vida dos mais fracos e dos mais pobres, não estavam motivadas pela idéia de ganhar dinheiro. O que move, então, essas pessoas generosas a trabalhar diariamente, sem jamais desistir?
A resposta é uma só: a consciência de sua missão nesta vida. Quando você tem a consciência de que, através do seu trabalho, está realizando sua missão, você desenvolve uma força extra, capaz de levá-lo ao cume da montanha mais alta do planeta. Infelizmente, muita gente se perde nesta viagem e distorce o sentido de sua existência, pensando que acumular bens materiais é o objetivo da vida. E quando chega ao final do caminho percebe que o caixão não tem gavetas e que só vai poder levar daqui o bem que fez às pessoas.
Se você tem estado angustiado sem motivo aparente, está aí um aviso para parar e refletir sobre o seu estilo de vida.
Escute a sua alma: ela tem a orientação sobre qual caminho seguir. Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores, na harmonia e na glória do bem.

Colaboração: Eduardo Pinto
Fonte: piquiri.blogspot.com
Após a leitura do texto deixe sua respota.
Você tem consciência de que tem uma missão?

Inspira o resto do Mundo













Estamos iniciando mais uma etapa de nossas vidas, muitos estão chegando outros se despedindo, o momento é de reflexão para que nosso ano seja frutuoso, que possamos com os nossos atos inspirar o resto do mundo a viver e a praticar o maior dos valores, o amor.
Que tenhamos um ano abençoado, cheio de alegrias e descobertas.

Inspira o Resto do Mundo

Composição: Letícia Castro e Paulo Santos

Quando vai ser o dia
De parar de viver a vida sem pensar?
Onde é que tá?
Onde é que se escondeu
Aquele jeito maroto e amistoso de ser?
Cheio de vida, de sonho, de fé e de música

Mas sinto algo bom chegar,
Eu sinto algo bom chegar.

Nós fomos feitos pra viver de verdade
E não pela metade, não!

Mesmo que tentem enterrar teus sonhos
Vê se não desiste nunca!
Inspira o resto do mundo!

Vamos ver o sol nascer?
Relembrar que não estamos sós.
Vamos viver mais o amor?
A paz vem dessa decisão.

Quem quiser chegar pode e deve chegar
Que se levante agora a multidão
Que quer algo novo
Basta começar e, se deus quiser
Tudo vai mudar!
Não deixe sua vida passar em vão
Te espero hoje, agora, já!

Eu sinto algo bom chegar
Eu sinto algo bom chegar

Quando erramos deus nos dá uma chance pra recomeçar
E fazer melhor da próxima vez

Mesmo que tentem enterrar teus sonhos
Vê se não desiste nunca!
Inspira o resto do mundo!

Professor Felipe Souza















Ola pessoal como andam as férias, espero que esteja tudo bem.
Estava aqui lembrando de voces quando recebi a noticia de que nosso blog tinha sido indicado no Blogueiros de Elite

Chic no ultimo rsrsrs

Quem me indicou foi a Professora Terezinha Bordignon, professora de Língua Portuguesa e Ensino Religioso Interconfessional.

O blog dela: http://www.piquiri.blogspot.com/

Escritores da Liberdade






















Lembram do filme?
Agora vamos relembrar um pouco lendo as considerações abaixo feitas por Juliana S Valis e retirada do site: http://recantodasletras.uol.com.br/resenhasdefilmes/641978
Após a leitura deixe registrado em comentários sua impressão sobre o filme e qual foi a reflexão que fez assitindo-o.

















O filme "Escritores da Liberdade" (Freedom Writers, EUA, 2007) aborda, de uma forma comovente e instigante, o desafio da educação em um contexto social problemático e violento. Tal filme se inicia com uma jovem professora, Erin (interpretada por Hilary Swank), que entra como novata em uma instituição de "ensino médio", a fim de lecionar Língua Inglesa e Literatura para uma turma de adolescentes considerados "turbulentos", inclusive envolvidos com gangues.















Ao perceber os grandes problemas enfrentados por tais estudantes, a professora Erin resolve adotar novos métodos de ensino, ainda que sem a concordância da diretora do colégio. Para isso, a educadora entregou aos seus alunos um caderno para que escrevessem, diariamente, sobre aspectos de suas próprias vidas, desde conflitos internos até problemas familiares. Ademais, a professora indicou a leitura de diferentes obras sobre episódios cruciais da humanidade, como o célebre livro "O Diário de Anne Frank", com o objetivo de que os alunos percebessem a necessidade de tolerância mútua, sem a qual muitas barbáries ocorreram e ainda podem se perpetrar.














Com o passar do tempo, os alunos vão se engajando em seus escritos nos diários e, trocando experiências de vida, passam a conviver de forma mais tolerante, superando entraves em suas próprias rotinas. Assim, eles reuniram seus diários em um livro, que foi publicado nos Estados Unidos em 1999, após uma série de dificuldades. É claro que projetos inovadores como esse, em se tratando de estabelecimentos de ensino com poucos recursos, enfrentam diversos obstáculos, desde a burocracia até a resistência aos novos paradigmas pedagógicos. Em países como o Brasil, então, as dificuldades são imensas, mas superáveis, se houver engajamento e esforços próprios.














Nesse sentido, o filme "Escritores da Liberdade" merece ser visto como apreço, sobretudo pela sua ênfase no papel da educação como mecanismo de transformações individuais e comunitárias. Com essas considerações, vê-se que a educação, como já ressaltaram grandes educadores da estirpe de Paulo Freire, tem um papel indispensável no implemento de novas realidades sociais, a partir da conscientização de cada ser humano como artífice de possíveis avanços em sua própria vida e, principalmente, em sua comunidade.

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